Matar tem mérito e morrer tem merecimento no Brasil pandêmico de Bolsonaro

Matar tem mérito e morrer tem merecimento no Brasil pandêmico de Bolsonaro.

Faz parte da tecnologia do Estado, a fabricação de soberania sobre territórios e populações, a gestão da vida e dos seus fluxos itinerantes e translocais. Faz parte dos modos, pacíficos ou violentos, de produção de governo a administração do que é concebido, disputado e negociado como “vida” em sua pluralidade de manifestações. Faz parte das tecnologias de poder, a ambição de se produzir monopólios sobre a nomeação mesma do que é a vida e, por sua vez, a governança do seu significado, sua propriedade, sua relevância e sua serventia. Faz parte do funcionamento da máquina estatal, com tudo que esta tem de embates internos e confrontos de sentido, gerir a vida em sua diversidade e magnitude demográfica, atribuindo valor, regrando sua existência, assistindo sua reprodução, controlando seu movimento, reconhecendo sua realidade.

Austeridade, pandemia e orçamento de 2021

Austeridade, pandemia e orçamento de 2021

“O fundamental para esse pessoal do universo das finanças é tão somente não desrespeitar a tal da sacrossanta ‘responsabilidade fiscal’, como se não houvesse nenhum mandamento quanto aos governos serem responsáveis também na ‘política social’, por exemplo.”

O IMPERATIVO DA LUTA PELA VIDA

O IMPERATIVO DA LUTA PELA VIDA

O quadro da pandemia se agrava a cada dia no Brasil, bate recordes de internações e óbitos e beira ao colapso hospitalar, em meio à desordem criminosa do Governo Federal e às dificuldades de Estados e Municípios, jogados à própria sorte, sobretudo os mais pobres.

Bolsonaro segue zombando da gravidade da situação, dando de ombros diante dos recordes de óbitos, promovendo aglomerações e dispensando o uso da máscara, numa demonstração de deboche e de absoluto desrespeito à sociedade em geral, aflita com a crise e os seus desdobramentos, sobretudo às famílias desesperadas pela perda dos seus entes queridos.

Poder Local e Pandemia convida o pré candidto a prefeito de Uberlândia (MG), Arquimedes Ciloni

Arquimedes Diógenes Ciloni, Professor de Engenharia Civil com 43 anos de atuação profissional, 67 anos de idade, foi Reitor da Universidade Federal de Uberlândia-UFU de 2000 a 2008; foi Presidente da ANDIFES, entidade que congrega as universidades federais brasileiras; foi Presidente da Rede UNITRABALHO (2007 a 2011), que congregava à época mais de 90 instituições universitárias;

Educação em tempos de Pandemia, com o professor Jorge Bento.

Professor Jorge Bento é licenciado em Educação Física pelo Instituto Nacional de Educação Física com Doutoramento em Pedagogia na Alemanha. Foi Pró Reitor da Universidade do Porto entre 1995 e 1998, hoje aposentado. Atuou como docente, afora os 3 anos dedicados ao doutorado, por 37 anos, tendo lecionado, participado de bancas e feito conferências em cerca de 50 universidades do mundo.MOSTRAR MENOS

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