META DE PREMIAÇÃO DE FUZIS NO RIO DE JANEIRO, UM REQUENTADO DE GOSTO DUVIDOSO DE NOVO?

O Governante não está sendo bem assessorado no Rio de Janeiro. Que falta faz uma pasta de formulação, planejamento e gestão de segurança pública, extinta pelo impichado Witzel. Criar uma premiação policial específica para apreensão de fuzis é reproduzir um erro antigo, que é sempre requentado no Rio, desde o desastre da premiação “FAROESTE” criada […]
O gigante da ingovernabilidade das organizações de força nunca adormeceu.

Sobre o turismo autorizado de baderna e o policiamento consentido de figuração do 8 de janeiro de 2023 Por Jacqueline Muniz e Herbert Bachett 3 de março de 2023. Estamos a 53 dias da invasão e devassa às sedes dos três poderes em Brasília postas em prática por uma multidão de autodenominados “patriotas”, saídos de […]
BALA PERDIDA OU BALA ACHADA NO RIO DE JANEIRO: UMA ABERRAÇÃO POLÍTICO-INSTITUCIONAL ROTINEIRA

A polícia é uma organização profissional de controle social. O estado de sua arte é o emprego de coerção autorizada sob o império da lei diante do consentimento da sociedade policiada em todas as suas atividades sejam elas preventivas, dissuasórias ou repressivas. A polícia distingue-se de um bando armado ou de um grupo voluntarista que […]
Diante da Chacina, de novo?

Por Jacqueline Muniz e Domício Proença Júnior A pronta ação do Estado não é o bastante para reverter a expectativa de impunidade, resgatar a credibilidade policial ou impedir que outra tragédia assim aconteça. Porque as causas da chacina permanecem. O descontrole das ações da polícia e de policiais tem uma componente estrutural, que tem que […]
7 DE SETEMBRO ESCULACHADO? SÓ SE O(A) GOVERNADOR(A) QUISER!

Se a sondagem do Jornal o Globo estiver correta com 3 a cada 10 PMs interessados em ir a manifestações, o que tende de fato a acontecer é um cenário bem diferente. Na prática tem-se 4 PMs a cada 10PMs fardados fazendo policiamento ostensivo por turno de 8 horas/dia no Estado. Isto significa que, contado as escalas de trabalho, a maior parte do efetivo estará trabalhando no dia 07 de setembro produzindo cobertura ostensiva com capacidade próxima da máxima.
O Nome Disso é Terrorismo Sim

Em 2007 escrevemos um artigo sobre as ondas de terror praticadas por domínios armados em São Paulo e no Rio de Janeiro, intitulado “O nome disso é terrorismo”. Quatorze anos depois de sua divulgação, seu conteúdo é aqui revisitado e reescrito, uma vez que segue atual e oportuno para reflexão sobre os atentados ocorridos, esta semana, em Manaus e outras cidades do Amazonas.
Matar tem mérito e morrer tem merecimento no Brasil pandêmico de Bolsonaro

Faz parte da tecnologia do Estado, a fabricação de soberania sobre territórios e populações, a gestão da vida e dos seus fluxos itinerantes e translocais. Faz parte dos modos, pacíficos ou violentos, de produção de governo a administração do que é concebido, disputado e negociado como “vida” em sua pluralidade de manifestações. Faz parte das tecnologias de poder, a ambição de se produzir monopólios sobre a nomeação mesma do que é a vida e, por sua vez, a governança do seu significado, sua propriedade, sua relevância e sua serventia. Faz parte do funcionamento da máquina estatal, com tudo que esta tem de embates internos e confrontos de sentido, gerir a vida em sua diversidade e magnitude demográfica, atribuindo valor, regrando sua existência, assistindo sua reprodução, controlando seu movimento, reconhecendo sua realidade.
AS FALAS DO GOLPE

Avisei em entrevistas e artigos que não tinham cabo e soldado na porta do STF ou do CONGRESSO. Tem gente que fica psicografando golpe em ritual catártico. Uns blefando para parecerem mais fortes do que são. Outros, futurologizando, para espantarem fantasmas do passado e seus próprios espantalhos políticos. Outros mais, para desmoralizarem oportunidades repressivas futuras.
Tchau, querido(s): Acabou o amor militar

É parte de etiqueta do poder, entregar o cargo, a pedido ou não, com discrição “a bem do serviço público”. É normal a mudança de comandos, chefias e gabinetes em governos civis eleitos para produzir ou sustentar arranjos de governabilidade conforme as contabilidades políticas da ocasião.
Autonomia policial ou emancipação predatória?

Desde a minha tese de doutorado sobre a Polícia Militar, defendida 21 anos atrás, tenho insistido que o problema dos meios de força combatentes e comedidos é de governabilidade. Eles sofrem de emancipação predatória e se recusam a qualquer expressão de controle civil. Tem-se autonomia demais e controle de menos do principal poder que uma sociedade livre delega ao Estado para administrar em seu nome: o poder de polícia que dobra vontades e restringe liberdades.